Os prefeitos de Barro Preto, Ibirapitanga e Gongogi, tiveram suas contas rejeitadas pelo TCM, por conta de irregularidades gravíssimas na aplicação do dinheiro público. Falta de comprovação de gastos, licitações suspeitas, despesas com pessoal acima do valor permitido pela lei de responsabilidade fiscal e contratação funcionários sem realizar concurso público foram as principais ilegalidades. O prefeito de Barro Preto, Adriano Clementino, foi um dos condenados. Ele terá que devolver R$ 122.892 para a conta do Ministério da Educação. O prefeito de Barro Preto também foi multado em R$ 30 mil. Em Gongogi, o prefeito Altamirando de Jesus Santos foi condenado por gastar 62,2% da arrecadação com a folha de pagamento. Ele também não conseguiu comprovar os gastos de R$ 1.679.247. Foram constatados ainda atraso no pagamento de salários dos professores e a não aplicação de, no mínimo, 15% dos recursos na saúde. O município também não destinou o percentual mínimo para educação. Além disso, Altamirando emitiu 13 cheques sem fundos, desviou dinheiro da educação para outras finalidades e fez gastos considerados excessivos com locação de veículos e compra de combustíveis. Mas o campeão de irregularidades com dinheiro público é o prefeito de Ibirapitanga. De acordo com o TCM, ele cometeu mais de 30 irregularidades, entre as quais gastos suspeitos com aluguel de carros e compra de combustíveis. (Ipiaú Notícias)
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